Paralisação: caminhoneiros criticam alta do diesel e discutem movimento nacional

 Paralisação: caminhoneiros criticam alta do diesel e discutem movimento nacional

O presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, está convocando uma reunião com outros representantes dos caminhoneiros para o próximo domingo. A intenção é que seja decidido se haverá greve nacional contra a alta no preço do diesel.

Na última segunda-feira (9), a Petrobras informou o aumento de 8,8% nas refinarias de óleo diesel. Por desse reajuste, o litro passou a ser vendido por R$ 4,91 para as distribuidoras de todo território brasileiro. A mudança não agradou os caminhoneiros, que têm se manifestado contra o reajuste.

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Situação dos caminhoneiros está insustentável, diz presidente da Abrava

À uma coluna do UOL, o presidente da Abrava, Wallace Landim, disse que a situação do motorista de caminhão está insustentável. O líder também vai convidar representantes de motoristas de aplicativo, motoboys e motoristas de frete para descobrir se eles apoiam o movimento.

Além disso, Landim divulgou uma nota após o novo ministro das Minas e Energia, Adolfo Sachsida, informar na última quarta-feira (11) que teve aprovação do presidente Jair Bolsonaro para desestatizar a Petrobras. O texto do líder da Abrava aponta “indignação” e “surpresa” com a proposta do novo chefe da pasta.

Governo Federal estuda uma forma de diminuir pressão sobre os caminhoneiros

De acordo com o presidente da Abrava, o Governo Federal tem realizado contato com lideranças a fim de evitar uma nova greve. O Ministério da Economia está estudando a criação de um novo modelo para o preço do frete, para tentar diminuir a pressão sobre os caminhoneiros.

A proposta da pasta é certificar que o preço do frente para o motorista seja o mesmo valor final. Dessa forma, o condutor ficaria menos sujeito à instabilidade dos valores dos combustíveis.

O Executivo também tem outra medida: ajustar a tabela do frete frequentemente e não a cada 6 meses como ocorre hoje em dia. Inclusive, já está sendo analisada a redução de alguns procedimentos.

Cabe destacar que até o momento nenhuma dessas medidas foram anunciadas oficialmente. Portanto, o governo continua buscando por uma solução que não inclua orçamento, ainda que não haja mais espaço no teto de despesas.

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Imagem: Regiane_Ferraz / Shutterstock.com

Carlino Souza

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